Segurança Pública e os grandes eventos no Brasil

Mas um texto para analisarmos aqui no Blog a partir do contexto da REDAÇÃO PARA O CFO. Fiquem a vontade para sugerir e criticar também … kkkkkk

frota de viaturas da pm da bahia, mantendo a segurança pública

 

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         Pela primeira vez na história, o Brasil sediará dois eventos de escala global em tão curto espaço de tempo. Em 2014, 12 cidades virarão sedes da Copa do Mundo de Futebol e em 2016 o Rio de Janeiro será o responsável pela realização dos Jogos Olímpicos. Será mesmo que o Brasil estará pronto para tamanha demanda? Para iniciarmos uma análise sobre o tema levaremos em consideração três aspectos: os problemas educacionais nacionais, o crime organizado e a reestruturação da Segurança Pública brasileira.
         Não é novidade para boa parte dos brasileiros, reconhecer as fragilidades educacionais do nosso povo. Vivemos uma realidade onde a educação pública atravessa diversas dificuldades, tais como: escolas sucateadas, professores mal remunerados e desestimulados, pouco incentivo governamental na área e a crescente violência nas escolas. O fato é que isso não é algo pontual e sim, um problema histórico.
         Consequentemente, esta situação de desequilíbrio educacional vem contribuindo para deixar alguns legados “negativos”, a exemplo da marginalidade e do crime organizado. Não há como negar! Os índices de violência, incluindo homicídios e tentativas, uso e tráfico de drogas, roubos e furtos, são alarmantes no Brasil – uma estrutura difícil de ser corroída.
         Contudo, existe um grande esforço das organizações de Segurança do país em garantir uma boa realização desses eventos. Recentemente, foi criada a SESGE (Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos) com o intuito de integrar as forças policiais e efetivar o emprego de novas tecnologias e o melhoramento estrutural deste setor nos Estados que sediarão os Jogos.
         Neste sentido, longe de ceifarmos neste texto as possibilidades de entendimentos e reflexões sobre o tema tratado, entendemos que o problema da segurança pública no Brasil não deve ser visto de forma pontual e estanque, pois envolvem questões de ordem histórica e cultural. Sendo assim, tais projetos de reestruturação do setor de segurança no país devem ser de caráter constante e não apenas para construir “ilhas” para abrigarem turistas estrangeiros durante os Mega-eventos.

 

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  2. By Jhana

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