Teoria do pato e a Polícia

capa de post da teoria do pato

Conhece a teoria do pato?

Você quer ser um policial que entende de tudo? Cuidado para não cair na teoria do pato.

A administração pública pauta-se pelo princípio da especialização, logo, existem diversos órgãos para cuidar das mais variadas atividades.

Um dos poderes do Estado é o poder de Polícia que não se confunde com a organização policial. Ocorre que nem sempre existe um órgão específico para exercer essa parcela de poder e acaba caindo no colo das PMs, que prestam determinados serviços que não são de sua competência precípua.

Então, vemos policiais exercendo atividade de fiscalização de posturas que cabem ao município, cuidando de trânsito, meio ambiente, repressão criminal, prevenção, prestação de assistências diversas, etc. (algumas típicas outras atípicas).

As polícias militares cabem a preservação da ordem pública e o conceito doutrinário de ordem pública, embora vago, abrange tranquilidade pública, segurança pública e salubridade pública. Ou seja, as Polícias podem transitar em um universo muito amplo de ações dentro do Estado. Se por um lado isso é bom, afinal de contas, se bem aproveitado pela instituição, demonstrará sua importância para a sociedade, ganhando legitimidade em suas ações, lado outro, em administração gerencial aprendemos que “para quem não tem um alvo certo onde quer chegar, qualquer lugar está bom” e ainda;

“Não se gerencia o que não se mede,
não se mede o que não se define,
não se define o que não se entende,
e não há sucesso no que não se gerencia

(William Edwards Deming)

O que a teoria do pato tem com isso?

O pato mal mal anda, mal mal nada, mal mal voa…

Melhor ser um Leopardo para correr, um peixe para nadar e uma águia para voar. Logo, seja bom no que você faz.

Comments

  1. By Jose Maria da Silva

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