POLÍCIA NO JAPÃO: passado lá, futuro aqui

Olá meus nobres, esta semana falaremos sobre a realidade da Polícia em outros países, até para que possamos entender algumas problemáticas recorrentes em nosso Brasil no que tange a segurança pública e a atividade policial.

O Japão é considerado um dos países mais seguros do mundo, justamente pela estratégia de policiamento adotado. O POSTO DE BASE COMUNITÁRIA E O POSTO DE BASE RESIDENCIAL são as unidades policiais básicas  que desenvolvem atividades de segurança pública.

No Japão, diferente de outros países onde ocorre um afastamento entre polícia e comunidade, as pessoas vêm nas bases policiais, locais de segurança onde reclamações podem ser feitas ou onde se pode pedir informações. Para que esta segurança seja feita, os japoneses contam com cerca de 15 mil bases policiais (entre Koban e Chuzai-Sho) por todo o país.

A estrutura dessas bases é simples e cada uma delas conta com cerca de três (3) policiais de serviço por dia. Nos postos de base residencial (Chuzai-Sho), os policiais trabalham nas próprias residências, recebendo ajuda de familiares na coleta de informações e inclusive, podem até receber chamados fora do horário de serviço.

A confiança na polícia por parte da população japonesa é um dos grandes segredos do sucesso da segurança pública neste país. Isto só acontece porque a polícia japonesa trabalha com honestidade e dedicação, e investe em educação e formação técnicas dos seus profissionais, além da grande valorização financeira, pois, o salário dos policiais está entre os maiores no setor público.

As principais atribuições dos policiais no Japão são: o combate e a prisão de criminosos; trânsito; visita a lares na comunidade e aconselhamentos. Resumidamente, as atividades são as de escritórios, envio de mensagens, resolução de problemas e visitas aos residentes da área, ouvindo e aconselhando as pessoas. Outras atividades frequentes são os conselhos de ligação e a eficiente comunicação, seja entre policiais e posto de comando, seja entre polícia e comunidade.

Não é de se espantar que a polícia em um país de primeiro mundo funcione melhor do que nos países subdesenvolvidos, por isso, não temos muito o que comparar entre Japão e Brasil, principalmente por causa do processo civilizatório que cada país desse sofreu. O problema é que esses dados sobre o Japão são da década de 90 do século passado e que mesmo após quase 20 anos, o Brasil ainda está engatinhando neste quesito.

Fica a reflexão!

Abraços

Comments

  1. By weslley

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    • By Jordão Vieira

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  2. By Iracema Diogo Ribeiro

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