Militarismo: o tiro que saiu pela culatra

Militarismo: vítima ou carrasco?

Um dos fatores que distancia o bicho homem dos demais é a sua incrível capacidade de resolver problemas. Se notarmos, todas as vezes que o ser humano se viu diante de uma adversidade, a sua capacidade de invenção lhe permitiu chegar a – pelo menos – uma possibilidade de resolução.
Nesse sentido, em algum momento da história o Homem precisou comandar um exército de outros tantos homens e nesse momento sentiu que teria grandes dificuldades em desempenhar tal missão. Neste momento, dar-se início a o que hoje conhecemos como Militarismo. Então, se pararmos para refletir sobre o seu surgimento, o Militarismo aparece como algo extremamente necessário ao bom funcionamento de grandes instituições, inclusive na área de segurança pública (polícias e forças armadas).
De fato, é. Assim como também foi fundamental, para a vida em sociedade, a criação da pólvora, o controle do fogo e do núcleo de um átomo. Contudo, o humano tem – também – a incrível capacidade de alienar o seu trabalho e fazer com que o seu produto, antes feito para beneficiá-lo, passe a atuar em seu próprio prejuízo.
Por fim, o militar é regido pelo militarismo e por isso deve ser obediente, disciplinado, responsável e honesto. Nada mais do que isso! Seguir estes preceitos não tem nada a ver com castigos, humilhações e seguir ordens ilegais só porque foi emanada por um Superior.
O Militarismo era para ser – exclusivamente – um instrumento da forma mais prática e eficiente de organizar e liderar um grande efetivo de pessoas ao mesmo tempo. O problema é que a nossa espécie sempre perde a medida das suas invenções e elas acabam se voltando contra o próprio criador. Um bom exemplo disso é o próprio homem!
Abraços

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  1. By Anonymous

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