Descomplicando a Redação

Quando ficamos frente a frente com a tão temida “prova”, são várias as problemáticas: qual disciplina fazer primeiro? Quanto tempo gastar em cada questão? Qual tema escolher na redação? Contudo, não dá para voltar atrás. É hora de pôr a mão na massa!
Bom, se o problema for com as questões objetivas será mais fácil resolver com o famoso chute, porém, se o impasse for a redação, aí a vaca estará quase no brejo! Imagine que ao olhar para os temas propostos na sua prova, você acaba constatando que o seu conhecimento sobre tais temáticas é nulo. Ou seja, quem não sabe sobre algo, também, não poderá escrever sobre. E aí, o que fazer?

Neste sentido, vou contar a vocês uma história que ouvi recentemente – em uma vídeo-aula na net. A estratégia é a seguinte, se a situação supra-citada acontecer com você, esta será a hora de dar o velho migué, até porque, não dá para entregar a prova sem fazer a redação. Você precisará, de qualquer jeito, superar o ponto de corte deste quesito.

Vamos lá. Note que em toda prova de concurso público tem um texto, principalmente na parte de língua portuguesa, que vai estar associado a algum dos temas. É simples, vá lá no texto e tome-o como base para fazer a sua redação. Não haverá mistério algum, se você tiver definido o seu modelo de redação. Basta retirar os elemento principais de um e construir o outro.

Mas atenção! Esta válvula de escape deve ser usada com moderação. Se for parafrasear o autor, muito cuidado na inversão dos termos e na troca de palavras – para que o seu texto não fique muito parecido com o original ou desconexo do tema pedido.

Meus caros, que fique claro, que a melhor forma de tirar uma boa nota na sua redação, é fazendo leituras prévias sobre possíveis assuntos a serem cobrados. Nada substitui argumentos concisos e peculiares ao autor do texto. Apenas, compartilho nesse pequeno texto, uma experiência que acho pertinente para os concurseiros de plantão, que por ventura, venham a se deparar com tal situação. Contudo, reafirmo que esta estratégia deve ser entendida como exceçãoe não como a regra.

Bons estudos!!!

Comments

  1. By Dafne

    Responder

  2. Responder

  3. Responder

    • Responder

  4. By Anonymous

    Responder

    • Responder

  5. By Unknown

    Responder

  6. Responder

    • Responder

  7. Responder

  8. Responder

    • Responder

  9. Responder

  10. By Anonymous

    Responder

    • Responder

  11. By Anonymous

    Responder

  12. By Anonymous

    Responder

    • Responder

  13. Responder

    • Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *