Hakuna Matata: o Brasil da Disney

post sobre o rei leão hakuna matata

Sem matata

Hakuna Matata é uma frase em suaíle, língua falada na África oriental; é uma expressão que tem sentido de “vida longa”, ou “viva”. De maneira mais formal, “hakuna” significa “não há” e “matata” significa “preocupação” ou “problema” (não há preocupações ou problemas). Esta frase ganhou notoriedade graças ao filme O Rei Leão, onde os personagens Timão e Pumba cantam: “os seus problemas você deve esquecer, isso é viver, é aprender, hakuna…”.

Obs.: Se você até agora não se localizou neste tema, procure uma orientação infantil para não perder o bonde.

Fórmula quase perfeita

Fica claro para quem assiste o filme e escuta esta tal canção, que a intenção dos personagens é passar uma mensagem alegre, sobre liberdade e sobre uma vida sem problemas, não porque os problemas não existam, mas pelo fato de você ignorá-los e esquecê-los. Desta forma, você poderá superar as adversidades.

Timão e Pumba até tiveram uma boa intenção, mas a questão é que na vida real não dá para esquecer os problemas. Nesses casos, a maneira mais eficiente para resolver as “dissonâncias” da vida é enfrentando-as. O primeiro passo para extirpar um problema é reconhecendo que ele existe.

Esquece que passa

No Brasil, às vezes, parece que vivemos no mundo de Pumba e Timão; vivemos num eterno “esquece que passa”. O costume de conviver com a miséria alheia, com o comando paralelo e com a morte, se tornou rotineiro e comum, de modo que minutos depois de ver um “bicho homem” degolando o outro – por causa de um mero “mato seco”-, você esquece como se nunca tivesse visto aquela imagem.

Estamos vivendo e cantando Hakuna Matata, mesmo sabendo que na moita ao lado o predador nos espreita. Quando cheguei nesta constatação percebi que a “teoria da vara” faz muito sentido para esta realidade. SE ACALMEM, NÃO É ISSO QUE VOCÊ ESTÁ PENSADO; EU EXPLICO. Baseado nesta teoria, entende-se que quando você pretende deixar reta uma vara que naturalmente está torta, você enverga esta vara bruscamente para o outro lado; aí quando você solta a vara, ela balança e para no meio. Mesmo correndo o risco da vara se partir, às vezes é preciso correr o “risco desconhecido”.

O problema é que tem muita gente querendo viver no Hakuna Matata eternamente, esquecendo os problemas ao invés de enfrenta-los. Tem que ter coragem.


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Comments

  1. By Jorge Roberto Marcos

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    • By Jordão Vieira

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  2. By Luíza Helena

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    • By Jordão Vieira

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  3. By Isabella

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  4. By Rodiney

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    • By Jordão Vieira

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