O gigante acordou

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E o gigante dormiu…

Quatro anos atrás o povo brasileiro saiu as ruas. O gigante acordou. O povo partiu pra cima da polícia, diversos confrontos, depredações do patrimônio público. As manifestações violentas começaram a diminuir após um trágico fato, onde um manifestante soltou um rojão que vitimou um profissional da imprensa. Em 2014, o povo votou nos mesmos políticos que criticaram no ano anterior. Vamos fazer uma análise disso tudo…

O gigante acordou…ih…dormiu de novo.

Em 2013 os jornais estampavam em suas manchetes que o “gigante acordou”. Bem, assim como uma pessoa que fica longos anos deitado, não se esperava muita coisa de um paciente que ficara mais de 500 anos adormecido. Dificilmente teria estrutura para ir muito longe. Assim o fez.

Após ter acordado, o paciente virou-se contra uma máquina que o mantinha vivo (policiais). Começou atacá-la ferozmente. Tentou bater, derrubar, pôs fogo, tampou pedras que encontrou pelo chão e só parou quando acertou um rojão em uma engrenagem de uma outra máquina bem maior chamada imprensa. Aí deu ruim.

Durante suas peripécias de menino arteiro, pois, se gaba de ter, apenas, 5 séculos frente ao velho continente, (que nos últimos 100 anos, foi o palco de duas grandes guerras e já se refez) – deu tempo para tentar dar uns pescotapas numa equipe médica que o desgovernava.

Depois de deixar um rastro de destruição no seu próprio quarto, é hora de cumprir a célebre frase de um colega meu: de onde não se espera nada é que não vem nada mesmo, não deu outra; o gigante, já cansado, preparou-se para deitar em seu eterno berço esplêndido. Antes, uma pausa para dar um tapa num baseado, afinal de contas,  é terapêutico, ajuda a relaxar e se por ventura isso financia o tráfico de drogas e alguém vai ter que chorar pois perdeu um amigo vítima de uma “bala achada”, põe-se a culpa na PM, pois, não se chuta cachorro morto e com sorte, ainda dá espaço para pseudodefensores dos direitos humanos.

Voltemos ao gigante…

Mais relaxado, satisfeito pela quebradeira de seus próprios bens, é hora de deitar. Mas antes, por fim, deixou um bilhete (voto), mesmo sabendo que essa equipe médica o estava matando. Dizia mais ou menos assim: faça o beneplácito de continuar me tratando.

Legitimados pelo sufrágio universal, direto, pá..pá…pá…substituído hoje pelo voto de cabresto da antiga República Velha, onde nas eleições entre tais médicos, quem não vota comigo está fora do partido, essa equipe assumiu novamente o paciente…

Uma boa dose de letargia na veia e o gigante voltou a dormir. Aliás, tenho pra mim, que ele entrou foi em coma mesmo.

Vez ou outra, esse paciente tem uns espasmos e senta a mão na máquina que o mantém respirando. Nem sei porque essa máquina ainda resiste, deve ser vocação.

Abraços

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Comments

  1. By Jordão Vieira

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    • By Mineiro

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  2. By Diego Barbosa

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  3. By Marcos

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